Vampiro Réquiem não se compara com o A Máscara
Não se pode comparar os dois jogos em nenhum aspecto. O vampiro a mascara se passa em um mundo das trevas totalmente diferente do que se passa o Réquiem, isso em termos de jogo, já em termos de regras ouveram diversas melhorias. Como exemplo de melhorias existe agora a potencia de sangue que substitui o sistema de geração. Isso justamente por não existir um livro de NOD, (Aquele de capa preta com uma caveira vampiresca prateada na capa que conta a queda de Caim e toda sua jornada até se tornar o primeiro vampiro.) Então os vampiros não sabem exatamente suas origens, eles especulam de diversas formas diferentes, mas ao que parece nenhum deles conhece a verdade, esse novo sistema de OS (potencia de sangue) permite o vampiro se tornar mais forte com o tempo, o que no a mascara era impossível através de pontos de experiência, só era possível diminuir a geração através do amaranto ou Diblerie como é mais popularmente conhecido. Um ponto interessante nesse novo sistema também é o fato de que , se um vampiro entra em torpor (a hibernação deles) ele definha, perdendo OS até chegar ao ponto 1 (que é o mínimo) tendo que aprender tudo de novo, ou seja, muitas das habilidades e disciplinas que esse vampiro ancião possuía antes de entrar no torpor acabaram definhando por falta de uso, ou de treino se preferir, fazendo com que ele tenha que reaprender tudo novamente, coisa que não acontecia no a mascara, um antediluviano poderia sair do torpor após 8 mil anos e ele seria uma das criaturas mais poderosas do mundo vampirico por nesse antigo sistema o poder de um vampiro tão velho apenas aumentava enquanto ele repousava.
A antiga camarilla uma das seitas mais famosas do a mascara, foi um fracasso no réquiem terminando antes mesmo de começar, o sabath nunca existiu. O que existe nesse novo mundo são coalizões, como partidos políticos e ideológicos, o que eu considero uma melhora por ter aumentado as opções de escolha dos jogadores, além é claro de algumas dessas coalizões oferecerem disciplinas que são de grande utilidade para seus integrantes e exclusivas da colisão.
Agora também não existem mais os 13 clãs que havia no a mascara, existem apenas cinco clãs principais. Ventrue, Nosferatu, Deva, Gangrel e Mekhet todos os outros são linhagens de sangue, cada linhagem com disciplinas próprias que diferem do clã principal. Existem cerca de 3 ou 4 suplementos que disponibilizam muitas outras linhagens e disciplinas pro uso dos jogadores e narrador.
Visando ser o mais breve possível não vou abordar mais nenhum aspecto do jogo aqui, se não esse artigo se tornaria um livro. Tudo o que posso dizer é que usando as regras do New World of darkness (Novo mundo das trevas) esse novo Vampiro tem um grande potencial, basta apenas olharem sem preconceito e tentarem se divertir com esse jogo, o que posso garantir, será uma excelente experiência.
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Engraçado que as coisas que você comentou que são melhores eu curtia e muito no antigo sistema. Achava um limite bom pros personagens não virarem deuses, sabe. Não sei se é pq eu curtia a idéia de narrar pro grupo na idade das trevas (e assim, a geração poderia ser menor…) e de lá fazer o personagem evoluir, mas nunca achei ruim, como jogadora, ser de 11a/12a geração (é, eu sempre gastava meus pontos extras em geração na hora de fazer a ficha hehehe). Quanto aos anciões “definharem”, ÓTIMO, faz muito mais sentido do que eles aumentarem o poder atrofiando na cova… Pô, agora deu vontade de jogar, mas o velho problema continua: tempo e jogadores. Cadê os interessados em jogarem? Quanto mais velho a gente fica, mais difícil de achar interessados em rpg, impressionante… Um dia terei sorte e vou testar o sistema novo. Valeu pela postagem =).
Postado em January 21st, 2010 às 11:21
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